ROMPENDO A BOLHA DA EDUCAÇÃO DE BAIXA QUALIDADE


Matemática: níveis fundamental, médio, vestibular e EJA

Vossos peitos, vossos braços.
São muralhas do Brasil.

               

OS QUE JÁ SE EDUCARAM OU ESTÃO SE EDUCANDO AJUDANDO A EDUCAR OS QUE NÃO DESEJAM SE EDUCAR


O principal problema da educação, em todos os tempos, foi apontado pelo filósofo e economista britânico John Stuart Mill, há cerca de dois séculos. Ele assim resumiu a dificuldade em educar as pessoas pobres e ignorantes: Aqueles que mais necessitam ser tornados melhores e mais sábios, geralmente, são os que menos o desejam, e mesmo que o desejassem, seriam incapazes de sozinhos, encontrarem os meios para tal. Partindo deste princípio, dezenas de países, mundo afora já resolveram a maior parte dos seus problemas sociais e econômico, por meio da educação.

Que fique claro, que tais países resolveram seus problemas sociais e econômicos por meio da educação dos pobres, porque os ricos, via de regra, desejam a educação dos seus filhos. Mas onde há muitos pobres e ignorantes há poucos ricos; tanto mais ricos quanto mais pobres forem os pobres. Esta é a lógica da desigualdade social gerada pela ignorância dos pobres e pela insensibilidade dos ricos e educados.




Eu escrevi este livro sem qualquer menção à pandemia, e justifico a minha decisão argumentando que os dados da capa são de 2017 e são os piores imagináveis. Agora, com a pandemia, a situação da educação piora muito. A minha grande preocupação é com os pré-requisitos de matemática e língua portuguesa, que vão sendo deixados para trás, dado o modelo de livros didáticos que adotamos; embora, o mesmo aconteça com as demais disciplinas.

Por considerar que não há tempo a perder, eu imprimi e encadernei este livro e mandei para os Governadores, Ministro da Educação e Presidente da República, apresentando a causa e os meios, através da carta a seguir:





O livro é composto por três capítulos, sendo os dois primeiros destinados a resolver o problema da educação básica no Brasil, pelas instituições com o envolvimento da sociedade, conforme descrito na carta às autoridades governamentais:

CAUSA

Educação escolar de qualidade para todos, com reposição dos prerrequisitos

MEIOS

I. Todos os livros textos da educação básica em site aberto da internet, com respectivos vídeos explicando todos os conteúdos e resolvendo os exercícios mais significativos;

II. Disponibilização dos livros textos de matemática e língua portuguesa em volume único do 6º ao 9º anos do ensino fundamental (4 em 1) e do 6º ano do ensino fundamental à 3ª série o do ensino médio (7 em 1); (parece loucura, mas não é: eu já dei aulas a alunos de escolas norte americanas em que os livros tinham este formato);

III. Ações de marketing social para engajar toda a sociedade brasileira com a educação, principalmente, as famílias de menor renda.


TRAZENDO DE VOLTA O MÉTODO SOCRÁTICO DE ENSINO PARA APRENDER A APRENDER


O terceiro capítulo é dedicado à desafiadora tarefa de aprender sozinho. Uma atividade cada vez mais necessário na sociedade da informação, em que a informação, principalmente a aplicada à educação, flui em uma velocidade alta o suficiente para se tornar excludente, principalmente, em relação às pessoas que não tiveram uma educação de boa qualidade. A tarefa de aprender sozinho também é absolutamente necessária para quem deseja continuar aprendendo ao longo da vida, construindo, acumulando e compartilhando conhecimento. 

A inspiração para que o assunto aprender a aprender fosse tratado no livro, veio da minha experiência com o uso do método de ensino com perguntas e respostas e do uso da gamificação nas atividades escolares remotas durante a pandemia, com a utilização de aplicativos eletrônicos.  

Os aplicativos transformam textos e questões de múltipla escolha em perguntas e respostas, e o mais representativo deles é o Socrative, que traz uma justa homenagem a Sócrates, filósofo grego, que concebeu o método de ensino com perguntas e respostas há cerca de 2.500 anos. Mas a aplicação do método de ensino com perguntas e respostas que sugiro é bem artesanal, sendo recomendados o lápis, o papel e o falshcard, feito de cartolina, para fugir da velocidade dos aplicativos eletrônicos que podem minar a oportunidade de reflexão, tão necessária na construção do conhecimento.  


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